Tudo o que você precisa saber para começar sua startup

Você tem uma grande ideia ou pensou uma inovação necessária (e inédita) que vai revolucionar o mercado. Normalmente este é o estágio que antecede a criação de uma startup. Mas, na prática, o que isso significa? Como transformar o seu projeto em uma startup e quais os primeiros passos?

 

Este é o objetivo deste texto: vamos lhe contar tudo o que você precisa saber para começar sua startup. Inclusive, partindo de um esclarecimento muito necessário: afinal, o que é isso?

 

“Uma startup é um grupo de pessoas à procura de um modelo de negócios repetível e escalável, trabalhando em condições de extrema incerteza.”

 

A partir desse conceito você já sabe que não basta ter uma ideia, ela precisa ser: repetível, escalável e apresentar inovação para alguma área ou segmento. Porém, vale ressaltar que nem todas as empresas que nascem dentro deste modelo são de base tecnológica. Algumas são focadas em causas sociais ou até mesmo lifestyle. 

 

Então, considerando o que já apresentamos até agora, quais são os primeiros passos? Veja a seguir os estágios e o que é necessário para começar sua startup já.

 

Como começar sua startup: conheça os estágios principais 

 

Quando se trata de uma startup, ou seja, de um negócio inovador em um contexto de incerteza, existe um caminho ágil e que poderá ajudar a tirar essa ideia do papel. Os principais passos que devem ser seguidos estão descritos abaixo. Confira:

 

#1 A ideia

 

Se você chegou até aqui é provável que já tenha uma ideia de negócio. Então este é o seu ponto de partida. Caso não, é hora de pesquisa: escolha um nicho, entenda suas demandas e quais soluções existem hoje no mercado. A partir daí você poderá ter insights de como executar melhor algo daquele segmento ou tornar a vida dos consumidores mais confortável. 

 

Para ajudar você a entender melhor a sua ideia, tente responder perguntas como essas:

 

  1. Qual o objetivo da solução que você planejando oferecer? (Tente ser breve e simples. Se não conseguir, volte e analise tudo novamente. Pode ser que algo não esteja totalmente claro ainda).
  2. Para quem é a sua solução: quais as necessidades e dores que esse público enfrenta?
  3. Como o seu produto resolve essa dor descrita acima?
  4. Como você pretende lucrar com este produto? 

 

#2 A Validação

 

Depois de toda a estruturação feita no seu primeiro passo é preciso validar, ou seja, verificar com o seu público-alvo e com o mercado se a sua solução é realmente valiosa e gerar algum tipo de interesse no mercado.

 

É neste ponto que é importante retomar uma frase bastante conhecida do meio de startups:

 

“Apaixone-se pelo problema, não pela solução”

 

O que isso significa? Muitas vezes você tem uma grande ideia para revolucionar o mercado, mas fazer a validação descobre a sua solução não é tão atrativa quanto parecia. Por isso, você deve focar no problema: quando você foca em solucionar um problema, as soluções podem mudar e não há problema, pois a intenção é oferecer algo que o público realmente quer/precisa (e não o que você pensou que ele queria).

 

Existe outro ponto essencial a ser abordado quando se fala em validação. Por que o modelo startup cresceu tanto nos últimos anos? Porque ele é ágil. O processo de validação ajuda a verificar se o seu produto tem potencial de mercado e, se ele não tiver, você pode mudar a sua ideia antes de ter investido dinheiro e tempo. 

 

Para encontrar essas respostas é preciso conversar com os clientes. Veja um pequeno passo a passo para execução da validação:

 

  1. Selecione uma amostra do seu público-alvo para aplicar uma pesquisa. Lembre-se que família e amigos não se encaixam aqui. Procure quem realmente é um potencial comprador.
  2. Faça, de fato, uma entrevista. Isto é: procure entender as dores e necessidades da pessoa e escute genuinamente. Não é hora de oferecer nada, você está ali para ouvir e aprender.
  3. Analise os resultados e faça suas deliberações.

 

#3 O MVP

 

Após finalizar a etapa anterior há tem dois possíveis cenários: no primeiro sua ideia foi validada com sucesso e o próximo passo é o MVP. No segundo, ela foi descartada e aí é preciso pivotar, ou seja, transformar/readaptar aquilo que você tinha como ideia original para aquilo que você descobriu ser realmente uma necessidade do mercado. E aí é preciso repetir os passos 1 e 2.

 

E então chega a hora do MVP, que significa um produto minimamente viável. Por que isso é necessário? Bem, você validou uma ideia anteriormente e agora é hora de validar o produto em si. A proposta de um MVP é uma versão enxuta, com baixo investimento e esforço para entender se vale, aí sim, investir tempo e dinheiro no produto.

 

Na prática, nesta etapa, é preciso prototipar uma versão enxuta da sua solução. O que você precisa ter em mente é:

 

  1. Faça um protótipo e não o produto completo.
  2. Feito é melhor do que perfeito: ele pode não ficar do jeito que você sonhava, mas se estiver funcional é o que importa.
  3. É apenas um teste: o objetivo é validar o seu produto, os ajustes podem ser feitos em cima do resultado o obtido.

 

#4 O PMF

 

PMF ou Product Market Fit é um conceito criado por Marc Andreessen, fundador da Netscape e investidor no Vale do Silício. O objetivo é entender a satisfação relacionada a um determinado produto no mercado.

 

Ou seja, buscar o PMF nada mais é do que buscar uma adequação do produto ao mercado, para que ele possa crescer em aderência, vendas e, claro, receita.

 

Próximos passos para começar sua startup

Estas são as principais etapas que a sua ideia deve passar para começar a sua startup. Depois de tudo validado, desenvolvido e com PMF encontrado é hora de vender e começar a buscar a escala do negócio.

 

Precisa de um suporte para colocar em prática todas essas etapas? Aproveite e conheça, a seguir, quais soluções a Origem by Darwin oferece para o desenvolvimento da sua jornada.

 

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